segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Tempestade deixa carro ilhado

ENCHENTE EM BRAGANÇA! - Na noite da véspera desse Natal, uma tempestade assolou a cidade, derrubando árvores, causando acidentes, espalhando lixo e formando enchentes; e dessa vez - talvez pela primeira na história da cidade - uma enchente perigosa que chegou até a ilhar um carro na rua entre um posto e a antiga rodoviária. O veículo tentou cruzar pois o motorista imaginou que seria possível devido a uma falsa impressão de altura. As águas acabaram fundindo o motor que envolveu o carro em fumaças e prendeu o motorista dentro do mesmo por um bom tempo. Para abrilhantar ainda mais o Natal do condutor, um ônibus surgiu no evento e não pensou duas vezes para fazer a travessia. A tarefa foi tranquila, porém, o peso do gigante e a velocidade com que passou formaram fortes ondas no trecho alagado, a qual chegou a arrastar o veículo, fazendo o mesmo chocar-se contra um poste. A Revista Cidade Poesia esteve no local no momento em que o carro estava ilhado quando a dona da loja de moveis, ao lado do posto, correu em nossa direção clamando que fizéssemos uma reclamação, pois isso já havia sido feito várias vezes.

























A reclamação, porém, não deve ser feita apenas para a prefeitura, onde ninguém nunca quis assumir o compromisso de fazer um piscinão e outras obras de escoamento, mas a culpa também e do próprio comercio local que deixa seu lixo por ali mesmo, sabendo que aquela é uma área de risco. No entanto, onde estão as caçambas e grandes lixeiras nesses locais? A prefeitura não está enxergando? Aliás, onde estão TODAS a lixeiras e caçambas da cidade? Se você tomar um refrigerante na rua do Mercado e tiver educação, vai se dar mal! Ficará mais de 10 minutos com a lata na mão, pois não conseguirá encontrar um latão de lixo sequer.

A população que abandona seu lixo na rua erra sim, mas como jogarão seu lixo se não existe onde jogá-lo? Ou até existe, mas esse fica distante, ficando uma tarefa muitas vezes complicada de se realizar.


Fica solicitado a prefeitura que realize um planejamento de instalações de caçambas de lixo pela cidade, principalmente em pontos de riscos de enchente. Fica solicitado também um debate com profissionais da área para a conclusão do que é mais viável realizar nos pontos que ainda existem enchentes. Se um dos slogans do marketing da prefeitura for verdade “Bragança, a cidade mais segura do Estado! ”, então tudo isso já deveria estar sendo feito. Vamos aguardar e conferir se não estão falando besteira.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Nota do editor-chefe (Adrian Mcoy)

*Nota do nosso Editor-Chefe (Adrian Mcoy) sobre seu aniversário.


Eu cheguei, estou aqui... À beira da terceira década. Alguns amigos caíram pelo caminho e foram-se desse mundo. Alguns parentes fizeram o mesmo causando lágrimas em toda a família. Muitos foram os conhecidos e amigos que se perderam, deixando as saudades dos dias de menino em que brincávamos de Tazo e Skate, levando os idosos a loucura. Passei por muitas fazes, paixões e amizades. As vezes parece que se passaram 50 anos; as vezes parece que passaram apenas 5. A Ciranda da Vida, um inocente ritual onde estiveram eu e mais 9 crianças aos meus 5 anos de idade, é apenas uma lembrança. Nenhuma delas mais se vê; todos seguimos caminhos diferentes. Eu olho para trás... ninguém mais está aqui! Todos ficaram lá, no passado, como uma foto borrada da qual choro ao contemplar.


Eu chego aos 29 estando livre do passado, mas levo comigo uma multidão de lembranças. Ainda virão noites em que vou chorar as alegrias antigas, os risos e carinhos do brilho que um dia vivemos. Nessas noites o café tocará meus lábios dormentes saciando meu desejo de permanecer acordado para assim encontrar no passado algo que não lembrei; e suas fumaças me farão lembrar daquele retiro em 2007, onde a luz do espiritual se iniciou em minha vida. 

Ninguém está comigo, mas eu não estou sozinho. Eu nunca estive! Segue ao meu lado a mesma fé que um dia me foi evangelizada por mestres da luz e que, por mais complexas que possam ser as vertentes filosóficas em meu entendimento, ainda seguem fortes em meu coração. Ao meu lado segue minha familia, a base de tudo, meu eterno auxilio. Ao meu lado também segue minha morena amada, aquela que me transformou, que me guiou a cura de minhas extintas dores psicológicas. 

Segui um caminho diferente, complicado e difícil. Mas acabei me estabelecendo como profissional em 7 áreas: Publicidade, Jornalismo, Relações Públicas, Design, Artes Cênicas, Escrita e Fotografia. Não foi, e sinceramente não foi, nada fácil conseguir isso. Graças a essas coisas eu cheguei até aqui com o resultado de tudo isso: A Revista Cidade Poesia. A mídia que fundei esse ano e que é a minha maior conquista. 

Graças a Deus, não tive medo de seguir meus sonhos, não tive medo de pessoas, não tive medo brigar, não tive medo de me apaixonar. Portanto, hoje eu posso falar que esse... é um feliz aniversário!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Projeto Semear e Nando Fagundes alegram o Natal

O projeto Semear é uma ação onde os moradores do bairro auxiliam uns aos os outros. O projeto existe no bairro do Green Park onde foi realizado um trabalho de muito amor ao próximo e que contou com generosas doações.

O artista Nando Fagundes comemorou 15 anos de trabalhos artísticos, culturais e sociais em Bragança Paulista. Como forma de agradecimento, mobilizou amigos e pessoas que gostam do seu trabalho, e assim criou a campanha "Eu quero ajudar". Nando recebeu doações de pessoas incríveis como a Vera e o Juca, amigos pessoais, alunas do Jardim das Palmeiras e empresários anônimos. Foram doados mais de 500 brinquedos para o Green Park e Maranata. Com isso, Nando uniu-se ao Projeto Semear e através desse alegrou a vida de dezenas de crianças nessa semana de Natal.








A Revista Cidade Poesia acompanhou a ação e parabeniza a Nando Fagundes, Juca e Vera, Rafael Costa, Kelli Cris e todos os outros colaboradores desse evento. A cidade de Bragança Paulista precisa de mais pessoas como vocês que fazem da vida de muitos algo muito melhor.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

O inimigo do Natal

Por maior que esteja sendo a crise que passamos, se houvesse criatividade e boa vontade por parte do poder público, Bragança poderia ter tido um natal alegre e proveitoso. Relatos de Raul Lencini - ex-secretário de cultura - acerca de sua gestão mostram que não é preciso muito dinheiro para conseguir grandes feitos, basta ter força de vontade. Essa vontade, porém, pareceu ter faltado, e em muito, ao atual - e um tanto improvisado – secretário de cultura da cidade, Luis Henrique Duarte, o Quique Brown.



De acordo com o vereador Rafael de Oliveira, muitas foram suas tentativas de salvar a comemoração na cidade. No entanto, o vereador não conseguiu apoio ‘’nenhum” da secretaria de cultura, local que é de onde mais deveria ter vindo.

No princípio de fevereiro desse ano, esse mesmo vereador envio um ofício a prefeitura para que a mesma planejasse uma parceria com as empresas e comerciantes da cidade afim de que o Natal 2015 não fosse tão opaco como no ano anterior. A prefeitura, obviamente, repassou isso a secretaria de cultura. No entanto, o esforçado e muito bem pago com o dinheiro do povo “Quique Brown”, não se manifestou; não houve iniciativa alguma de sua secretaria.

A prefeitura também ofereceu uma pequena ajuda reativando parte da iluminação de natal do ano anterior, cedeu um ótimo policiamento e guarda até com cavalaria, e também autorizou Rafael a ceder o espaço do pergolado na praça central e a frente do Mercado Municipal para que nesses fossem realizados eventos natalinos onde todos deveriam e foram de responsabilidade somente do vereador, que presenteou o povo com um total de 13 belas apresentações que se desenrolaram por vários dias.

As apresentações natalinas vistas na praça e no Mercado não foram de iniciativa da prefeitura, tão pouco da inativa secretaria de cultura, mas de um simples vereador que contou apenas com um auxílio das secretarias de educação – que fez a decoração do palco - e secretaria de serviços – que fez a montagem do mesmo. Junto a isso teve uma grande e atenciosa colaboração da Giovani Eventos, que cedeu o som, e das igrejas: O Brasil para Cristo, Adventista, Vida Triunfante, Assembleia de Deus de Perus, Tabernáculo de Jesus, Assembleia de Deus – Ministério de Bragança, e também da Adra e do Colégio Adventista.

É de grande alegria que podemos ver o quanto existem pessoas e entidades dispostas a ajudar e fazer algo de qualidade para a alegria e conforto de nossa população. Assunto que deveria ser de total responsabilidade da Secretaria de Cultura, a qual não pode mais vestir a máscara do cinismo e alegar falta de dinheiro, pois a cidade inteira viu que um simples vereador, com apenas força de vontade, conseguiu reunir uma multidão de pessoas dispostas a fazer o bem e com isso obteve sucesso. Porque então o secretário não fez o mesmo? Seria falta de vontade? Paixão obsessiva pelo rock? Medo de alegrar pessoas e fazer fãs? Fobia de Papai Noel? Ninguém sabe! Uma coisa, porém, é certa: Esse descaso foi um grande desrespeito a população que paga seu “rico” salário.


Um feliz – se possível – Natal ao nosso secretario de cultura e turismo. Obrigado pelo seu “atencioso” presente a Bragança Paulista.


*por Adrian Mcoy

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Uma ação espetacular / Entrevista com Rosangela Leme

Conhecida de todos por sua doçura e grande coração, Rosangela Leme, a primeira dama de Bragança Paulista e seu marido foram alvo de uma ação, segundo ela, exagerada e espetacular do Ministério Público.


























*Por Adrian Mcoy, baseado em palavras de Rosangela Leme

        Fomos tomados de muita surpresa por tudo o que aconteceu. Sempre conduzimos nossas vidas de maneira muito correta, tanto o Fernão como quanto eu. Então, receber a notícia que seríamos alvo de um mandado de busca em nossa casa nos deixou realmente surpresos. Não sabíamos sequer o motivo que poderia levar a essa ação policial. Como nós dois também somos policiais, nos submetemos: - Fiquem à vontade e façam o que deve ser feito! – O que nos chamou muito a atenção nessa ação policial foi o aparato! Foi um exagero! Uma ação espetacular! Helicóptero em condomínio fechado? Não tem para onde fugir!

        Todos os que tem familiaridade com investigação policial sabem que o efetivo empregado nessa ação foi claramente exagerado. Número de policiais envolvidos, cães farejadores; não há justificativa! Parece que foi um direcionamento para pessoas perigosas, que já tem um envolvimento anterior; porém, essa não é a nossa vida, nós não somos assim! Nunca respondemos procedimentos administrativos, disciplinar ou criminal que justificasse isso. Qualquer pessoa que fosse fazer isso conosco deveria ter a informação de nossos antecedentes e veria que somos pessoas que sempre seguimos as regras e as leis. Nunca tivemos um deslize qualquer, em 25 anos de polícia, nem o Fernão nem mesmo eu, vimos uma ação desse tipo. Isso porque Fernão já prendeu sequestradores, traficantes, chefes de quadrilha, ele sempre foi um policial linha-de-frente, sempre enfrentou bandidos perigosos, mas nunca teve esse mesmo apoio policial que entrou em nossa casa para suas operações.

        Esse tipo de ação foi o que realmente nos assustou. Bastava uma simples busca em minha casa. Não precisava de todo esse circo que teve como, eu acredito, a finalidade única de expor às pessoas a nossa casa, a nossa vida. Não posso acusar o Ministério Público de ter feito isso, mas eles podem ter sido induzidos a isso. Deve ter chegado alguma informação, alguma denúncia mentirosa a nosso respeito. Não descarto isso! Não se sabe se tudo isso partiu de uma denúncia. O processo corre em segredo de justiça, o que é muito estranho. O processo corre em segredo, mas a ação foi espetacular? Um contrassenso! Até mesmo a ação que ocorreu na prefeitura causou estranheza, o mandado de busca era para objetos e documentos relacionados a fraudes em desapropriações, mas não acharam absolutamente nada em minha casa e nem na prefeitura. A busca era restrita ao gabinete do prefeito e à sala de reuniões, mas o próprio Fernão disse que eles poderiam revistar a prefeitura inteira. Estávamos muito tranquilos, não tínhamos nada, absolutamente nada, para esconder.

        Em minha casa não encontraram nada, apenas a minha arma. Eu tenho uma pistola calibre 380, devidamente registrada e legalizada. Eu sou policial e posso ter essa arma. Eu tenho também um revólver. O policial civil é obrigado a ter uma arma e eu queria mesmo estar mais segura em razão de um assalto recente em nosso condomínio. Eu nem me lembrava dessa mira a laser e ela estava acoplada à arma. Quando questionada pelo policial, em minha mente, eu sabia que podia ter essa mira, pois não há nada na lei que proíba. Se eu tivesse a certeza de que não poderia utilizar, eu jamais teria adquirido. Estou muito tranquila quanto a isso e tenho certeza que tudo ficará provado no processo referente a essa questão. A lei do estatuto do desarmamento me autoriza a ter esse acessório.

        Ninguém me deu voz de prisão, eu fui convidada, tanto que fui dirigindo o meu próprio carro, seguindo uma viatura até o 1ºDP de Campinas. Fiquei aguardando por duas horas no 1ºDP, muito à vontade e tranquila. Após isso tive de ir à corregedoria da Polícia Civil. Então, na saída, o delegado perguntou se eu queria colocar um pano na cabeça, o que, para mim, foi mais ofensivo que a própria busca! - Como assim por um pano na cabeça? Eu não preciso me esconder! – Esclareci à imprensa sobre essas tais “desapropriações”. É muito estranho considerando que Bragança não teve nenhuma desapropriação desde que Fernão entrou no poder. Em nenhum momento foi falado que eu seria presa, seria apenas um registro do boletim. E quanto à minha transferência para o presídio da polícia, isso foi divulgado falsamente pela imprensa.

        Outra coisa que impressionou foi que, em operações assim, quando é feita contra policiais, a corregedoria de polícia tem que acompanhar, é sempre dessa forma e, nesse caso, não aconteceu assim. Se é irregular ou não, foi, ao menos, muito estranha essa conduta.

        O que me surpreendeu positivamente foi que, enquanto eu estava na corregedoria, recebi muitas ligações de pessoas preocupadas comigo, mas tendo a certeza que estavam acreditando no Fernão e em mim... quem nos conhece, sabe: Não temos envolvimento com nada disso! – Fiquei impressionada com o apoio que recebi de pessoas das mais diversas. Essas pessoas nos conhecem, elas sabem quem somos. Não acreditaram em nenhum momento em tudo o que foi transmitido na mídia de maneira falsa! Meus amigos do passado, eu não preciso nem falar! Alguns até fizeram uma página no Facebook “Nós apoiamos Rosangela Leme”. Foi essa solidariedade que manteve a gente firme! O fato das pessoas dizerem: - Eu acredito em vocês! -  Foi isso que nos alimentou e nos alimenta até hoje; nos motiva a seguir nossa rotina, continuar com o nosso trabalho de cabeça erguida e sem precisar por “pano na cabeça”.


        Atualmente estou muito forte, confiante na justiça! Tenho certeza de que tudo ficará esclarecido. Vou continuar meu trabalho e agora mais forte ainda, pois recebi muito apoio de muita gente que acredita e quer que continuemos trabalhando. E é isso o que eu vou fazer.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Entrevista com Mr. Zamper - Um mito do jornalismo bragantino


*por Adrian Mcoy, baseado em palavras de S. F. Zamper

Antes de tudo: amo todos os bragantinos porque todos me ajudaram em meu jornal, em minha revista. Eu comecei minha carreira com um objetivo principal: conhecer Roberto Carlos! - Então, bolei uma coluna: Brasil Society Night, assim surgiu meu pseudônimo “Mr. Zamper”. Nessa coluna eu inseria fotos com os artistas e, quando a revista chegava, eu a enviava a esses artistas. Com isso conheci Roberto Carlos em 2001. Depois disso conheci Eros Ramazzotti, Mick Rucknall do Simple Red, Gloria Estefan, Wanderléa, Erasmo Carlos; eu ultrapassei limites! Fui muito além de Roberto Carlos. Após essas coisas, tudo virou uma bola de neve: conheci tudo que é pagodeiro, sertanejo, tudo o que é cantor e cantora! A Elba Ramalho é minha amiga! Passei a conhecer também prefeitos, governadores, presidentes! É como eu digo: o jornalista tem o quarto poder do mundo, com uma credencial você entra até em casas de presidentes! Parece piada, mas não é.

Eu sempre gostei muito de cantar, sempre cantei e comecei a imitar o Roberto Carlos em 1967 e fiquei por 4 anos em 1º Lugar na rádio no programa “Infanto-Juvenil”, onde usávamos ainda aqueles microfones quadradões. Sempre atuei no mundo social e artístico e sempre colocava empresários junto a artistas e esses então ficavam se achando o rei da cocada preta.

Entrei para uma revista em São Paulo, de Manuel Costa, propondo a ele o seguinte: ele me dava uma página na revista e eu lhe garantia conseguir R$4.000,00 em publicidade. Aconteceu que logo na primeira consegui R$8.000,00! Andava vinte firmas por dia a pé! Sempre fiz isso! Consegui assim duas páginas nessa revista, fiquei rico com isso e cheguei até a alugar um apartamento todo mobiliado. A minha renda era muito alta, mas eu nunca extravaguei, nunca gastei com mulheres, bebidas, nada! Eu vivia bem, eu comia bem, gostava de lagosta, camarão e pizza. 

São tantas emoções, tive muitas namoradas, casei duas vezes e tenho um filho, mas não é de nenhuma das mulheres com que casei e não tenho mais contato com ele. A renda que obtive em minha carreira eu investi em mim mesmo, nas promoções dos meus shows. Sempre divulguei as expoagros de Bragança e nelas eu fazia shows e  também visitava os artistas. Minha renda sempre veio de publicidade mas, muitas vezes, não era nada fácil e meus amigos jornalistas da época sabem disso: o João Marcelo, o Paulo Alberti e o Vidiri. O peso da caneta é muito forte, você pode derrubar uma pessoa ou levantá-la. Eu prefiro levantar.

Hoje estou na Vila São Vicente de Paula, mas antes eu me encontrava no bairro do Cruzeiro até o dia em que fui assaltado. Pedi então uma ajuda ao meu amigo, o prefeito Fernão Dias. Ele entrou em contato com Ditinho Bueno, presidente da Vila, que me recebeu muito bem e é muito bom pra mim. Já faz mais de um ano que estou aqui. Não sou proibido de sair, mas não tenho vontade nem de ir na porta, pois aqui estou seguro; eu tenho medo.

Continuo fazendo os meus shows, inclusive  alguns aqui mesmo, e ainda mantenho contato com meus amigos celebridades. Da atualidade, gosto muito daquele menino, o Luan Santana, e acho que vou até tirar aquela música “Escreve aí” para cantar. Sou feliz do jeito que sou! Você precisa ter muito amor na arte que faz, e eu sempre gostei da arte que fiz.


*Esta é uma matéria integrante da 3ª edição da Revista Cidade Poesia.

Página de expediente da 3ª e recente edição de nossa revista


Incêndio na Estação Luz

Um incêndio de grandes proporções atingiu o Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, região central de São Paulo, na tarde de hoje (21). Inaugurado em março de 2006, o Museu é dedicado à valorização e difusão do idioma. Ele reúne exposições sobre as origens, a história e as influências sofridas pela língua, bem como promove cursos, palestras e seminários sobre o tema. Segundo o Corpo de Bombeiros, mais de 17 viaturas estiveram no local para combater as chamas. As causas do incêndio ainda não foram divulgadas. A CPTM informou que, por motivo de interferência externa, os trens não estão circulando entre as estações Luz e Palmeiras-Barra Funda, bem como entre as estações Luz e Brás. 


domingo, 20 de dezembro de 2015

Motofest Solidário vem alegrando crianças em Bragança

O Natal parecia perdido em Bragança Paulista. As luzes se apagaram, os enfeites esquecidos, o comercio prejudicado e o cidadão sem mais o espirito. Aquele espirito, o de Natal, que ninguém mais parecia se lembrar. No entanto, algo simples, porém muito especial aconteceu para abrilhantar o breu natalino no coração dos bragantinos.

Claudio Darbello Junior, motoboy, 37 anos, nascido nessa mesma cidade. Esse ilustre cidadão resolveu, junto ao grupo Go Racer, organizar um evento em prol do Natal de grande valor às famílias carentes de nossa cidade, o “Motofest solidário”.




O evento aconteceu no sábado (19/12) iniciando por voltas das 13:00, partindo da rua Francisco Samuel Luchese Filho – Julio Mesquita, frente ao Fogos Bertoline. Claudio e os colaboradores saíram em moto carreata com um triciclo embarcado por ele e o próprio Papai Noel. Os bairros: Darcilândia, Penha, Toró, Águas Claras, Henedina, Fraternidade e Parque dos Estados, foram todos visitados e presenteados com o amor e a solidariedade desse evento tão caridoso. - Foram distribuídos uma média de 1200 itens entre kits de doces e brinquedos que muito alegrou centenas de crianças carentes, além de muitos adultos que se emocionaram com a alegria de seus filhos e com o constatar da certeza de que “sim”, esse mundo ainda tem esperança.



terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Lenda do taxi bragantino realiza um sonho de Natal

Carlos Rodrigo de Toledo, o “Carlão do Táxi”, é um taxista de Bragança Paulista com mais de quinze anos na ativa. Na manhã de hoje (15/12/15), Carlão viveu um evento inusitado.

Na principal rua comercial da cidade, nos arredores do Mercado Municipal, localiza-se seu ponto de táxi onde hoje sentou uma mulher e uma menina de mais ou menos 8 anos. Carlão percebeu que era mãe e filha. Essa, em determinado momento, disse a mãe que nunca havia andado de taxi. A mãe falou: Você com oito anos nunca andou e eu com 34 também nunca andei. Isso é coisa de rico! – Nosso amigo taxista estava ali ouvindo tudo. A filha replicou: - Mãe eu tenho um sonho de andar de taxi igual na novela! - A mãe então cochichou que não dava para pagar uma corrida, pois eram pobres e o serviço era só para ricos, e que o que tinham era só para pagar o ônibus.

Então Carlão, homem robusto e valente, se emocionou! A menina olhava o seu “carrão”, dizendo: Um dia a gente consegue não é mãe? Ser igual as pessoas da novela?

Foi ai que Carlos entrou em ação! Abriu a porta de seu veículo e falou para as duas: Vamos, o táxi está esperando! - A mãe logo falou: Mas moço! Não temos dinheiro, não! Não dá para pagar, obrigada! – Mas o taxista acrescentou: O taxi já está pago! Vamos lá? – e a menina perguntou: E quem pagou? – Carlão: - O Papai Noel...

Ela tão logo sorriu e entrou seguida por sua mãe. Foram então até a residência, desceram e  muito agradeceram, quando a menina falou: Agora eu fiz igual na novela, não é moço? – E o nobre taxista terminou, dizendo: Sim! O táxi também foi para vocês, assim como na novela! Feliz Natal.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Entrevista com o Dr. Renato Meneguelo (Fosfoetanolamina)

Entrevistamos o Dr. Renato Meneguelo, médico que está no alvo de uma polêmica de nível já internacional, a Fosfoetanolamina Sintética, uma substância que ele e mais milhares de pessoas acreditam ser a cura do câncer.


1 - Fale um pouco sobre você: Carreira, hábitos e sonhos.

Sou médico formado no Rio de Janeiro, tenho pós graduação em oncologia clínica, neurologia e cardiologia. Sou Mestre em Bioengenharia pela USP com ênfase em desenvolvimento de medicamentos alvos, fiz trabalhos em conjunto com o Instituto Butantã em São Paulo, tenho 7 artigos publicados em revistas de alto impacto no meio acadêmico que foram as primeiras publicações certificando a eficácia do composto para câncer no mundo.


2 - Vemos na defesa da Fosfoetanolamina que a maior recusa parte contraditoriamente dos oncologistas e outros profissionais ligados ao câncer. O que você tem a dizer acerca dessa contradição?

Tudo aquilo que é novo gera um certo tipo de receio, e o que estamos tentando provar está contra a tudo que está escrito na literatura atual, portanto é compreensível as dúvidas. O que eu acho que não cabe no discurso de alguns é a falta de informação por preguiça de pessoas que se dizem especialistas em ler o que está publicado, onde criticam nosso trabalho sem fundamento científico, apenas por acharem que está errado, considerando apenas sua opinião pessoal.


3 - Explique porque a fórmula da Fosfoetanolamina sintética não foi simplesmente divulgada a população para que fossem realizadas produções independentes por outros profissionais em química já que sempre existiu um lamentável desinteresse da parte de quem deveria produzi-la?

Pois o composto é um derivado químico onde não existe apenas a fosfoetanolamina, existem outros compostos no meio. Quem iria acompanhar os pacientes que estariam com o uso da substância senão um médico? O que estamos fazendo não é brincadeira, e estamos falando de uma das piores doenças do ser humano, de CANCER, e não de dor de barriga. O que temos que lutar é para que o composto vire um remédio potencialmente eficaz e não caia na banalidade somente porque não cedemos as grandes indústrias para a venda da patente e resolvemos distribuir gratuitamente. Não quer dizer que seja um bolo que é só distribuir a fórmula e qualquer um sai fazendo. Onde estaria nosso País com relação a comunidade científica internacional, caso fizéssemos uma coisa dessas? Existem parâmetros a serem seguidos! Como posso garantir que estariam fazendo a síntese corretamente? E iria de contra o que é Ciência! O que pedimos é o que está faltando... Testes clínicos!


4 - Como você define o pensamento inicial que levou vocês a conclusão de que essa substância pudesse curar o câncer?

Está na literatura, porém essa indica que o composto é um agente potencialmente produtor de tumores devido a concentração que pode estar elevada em alguns casos e foi pensando ao contrário que chegamos à conclusão que na verdade ele seria um agente que tentaria inibir o tumor por isso a concentração elevada, porém o organismo produz uma quantidade insuficiente.


5 -Porque, você ou os outros pesquisadores nunca realizaram uma pesquisa minuciosa sobre os benefícios da substância que desenvolveram para aqueles que a usaram?

Os testes não foram liberados pela ANVISA e nenhum centro de pesquisa nos quais desde 2009 entramos em contato se interessou devido ao fato de pretendermos fazer doações das capsulas para pacientes em fase de câncer terminal ou por um preço onde seja possível adquirir sem interferência no orçamento familiar.


6 – Em que momento se encontra a Fosfoetanolamina? O que você está achando do que vem acontecendo?

Se encontra agora em um momento chave, o composto já vem sendo estudado por nossa equipe por vários anos e foi solicitado para várias instituições de pesquisa a liberação dos testes clínicos sem sucesso. Porém, agora com toda essa controvérsia em torno do composto e os resultados que temos tido ao longo desses anos, eles poderão dar real valor a ele ou não. Mas para isso necessitamos da liberação da ANVISA para os testes clínicos. Somente assim iremos ter uma definição de quem está com a razão, a sociedade médica e os grandes doutores ou nossa pequena e teimosa equipe de pesquisa.

Obs: Nós nunca falamos que a fosfoetanolamina seria uma troca de terapia com relação aos tratamentos convencionais na medicina atual, e sim seria para pacientes em cuidados paliativos e que, quem sabe em um futuro próximo, ela possa ser mais uma arma na luta contra o câncer.


Prof. Dr. Renato Meneguelo

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Uma luz no mundo


Existe uma boa parte de cristãos sinceros. A pessoa sem preconceitos e verdadeiramente sábia entende o quanto o cristianismo é positivo em todo o mundo. Pessoas q eram para hj serem bêbados de rua, drogados de cadeia ou prostitutas sem pudor, hoje estão dentro de uma igreja tentando buscar e se reconectar ao Complexo Energético Criativo, a qual entendem como Deus.



Não q eu afirme q suas crenças estão corretas em todos os seus parâmetros, mas eu ja vi que é verdade o fato de suas vidas realmente mudarem e elas se salvarem de serem desnorteadas. E isso acontece com milhões de pessoas! Na vdd, boa parte do podre desse mundo se deve ao brusco enfraquecimento da igreja católica na era moderna, onde os costumes e tradições q colocavam as pessoas em ordem e retidão foram sendo abolidos pelas fúteis filosofias da modernidade.

Em contrapartida, o lado protestante, os evangélicos, vem fazendo um trabalho de intenso peso no resgate dessa perda. Claro q mtus estão errando vez ou outra, porém, melhor tentar ser uma luz no mundo do que sentar a bunda na cadeira e ficar apenas criticando os outros. Que sejamos luz e não mais uma estrela errante. Por uma vida melhor... Uma vida triunfante.